
O gabinete do primeiro-ministro está a avaliar, a par e passo, os efeitos que as últimas visitas oficiais - a Angola, Brasil e China, todas potências emergentes - estão a ter na expansão das empresas portuguesas. Controlados ao milímetro, os indicadores dão, assegura-se, bons resultados, ainda que muito provisórios.
Os dados mais animadores referem-se a Angola. Depois de uma visita especial, com cerca de 70 empresários, o gabinete de Sócrates regista com agrado um crescimento de 51% (em termos homólogos) das exportações portuguesas em 2006 para aquele país, com seguimento no primeiro trimestre deste ano (42% face ao mesmo período de 2006). De resto foi ultrapassada a barreira dos 1200 milhões em exportações.
O Brasil também apresenta sinais de melhorias, com um crescimento de 7% no primeiro trimestre deste ano, invertendo a tendência decrescente anterior (a visita, neste caso, ocorreu apenas em Agosto de 2006, pelo que os dados são ainda mais iniciais). Quanto à China, alvo da última deslocação oficial do chefe do Governo, dá também bons indicadores o primeiro trimestre registou uma subida de 19,8% nas exportações.
De acordo com dados estatísticos do SEF – Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, entre os 275.906 estrangeiros que escolheram Portugal para viver, há 4.939 cidadãos originários da Rússia.
Por sexos, 2468 são Homens e 2471 são Mulheres. Quase uma igualdade.